Estudos dizem que eu sou complicado. Tá, é brincadeira. Ninguém ia perder o seu precioso tempo me estudando, até porque quem sou eu pra ser estudado.
O mais legal é que nós nos fazemos importantes e assim devemos ser. Seguir nossos instintos, aacertar, mas principalmente errar. Portanto, erre, e erre muito. Pode errar com força, pois é nos erros que adquirimos sabedoria.
Se eu fosse contar quantas vezes na minha vida eu errei... melhor não. Mas, quer saber? Não me arrepende de nenhum sequer. Todos foram bons pra que eu pudesse ver que minha vida é muito maior do que qualquer coisa ou pessoa que passe por minha vida. Já perdi meu tempo, já perdi amigos, pessoas importantes e, muitas das vezes, sob minha vontade. E hoje sei, que as pessoas que permanecem na minha vida são realmente as importantes.
Mas é claro que sei que irão aparecer mais, é só uma questão de sair mais, viver mais, conhecer mais.
Tenho milhares de planos borbulhando na minha cabeça e é assim que deve ser. Devemos viver um dia de cada vez, mas olhando pro futuro que nos espera.
A vida espera de nós ação, então aja como se quisesse sempre o melhor pra sua vida. E é isso, nada mais simples do que isso.
Um viva!
Um viva aos dias ensolarados em que o Sol sorri, dando boas vindas a novas eras, bons ventos a novos caminhos, boas esperanças a novos amores.
Se os dias não lhe vão tão bem, um viva ao futuro que respeita o ditado onde 'depois da tempestade, vem a bonança'.
Se tudo vai bem, cuidado. Há sempre um espertinho pensando em lhe passar a perna, mas não caia no desespero da eterna desconfiança. Isso te faz fraco e insatisfeito.
Um viva aos bons relacionamentos, sejam eles familiares, amorosos ou às famílias que nós mesmos escolhemos. Hoje, como sempre, boas companhias dizem que rumo devemos seguir, e segue o velho clichê de que 'saiba com quem andas e saberás quem és'.
No mais, um viva à vida!
Se os dias não lhe vão tão bem, um viva ao futuro que respeita o ditado onde 'depois da tempestade, vem a bonança'.
Se tudo vai bem, cuidado. Há sempre um espertinho pensando em lhe passar a perna, mas não caia no desespero da eterna desconfiança. Isso te faz fraco e insatisfeito.
Um viva aos bons relacionamentos, sejam eles familiares, amorosos ou às famílias que nós mesmos escolhemos. Hoje, como sempre, boas companhias dizem que rumo devemos seguir, e segue o velho clichê de que 'saiba com quem andas e saberás quem és'.
No mais, um viva à vida!
The Death of you and me - Noel Gallagher
High tide, summer in the city
The kids are looking pretty
But isn't it a pity
That the sunshine is followed by thunder
And thoughts of going under
And is it any wonder
When the sea calling out to me
I seem to spend my whole life running
From people who would be
The death of you and me
'Cause I can feel the storm clouds
Sucking up my soul
High tide, life is getting faster
No one has the answer
I try to face the day now in a new way
The bottom of a bottle
'Cause every man's a puzzle
Let's run away together you and me
Forever we'd be free
Free to spend our whole lives running
From people who would be
The death of you and me
'Cause I can feel the storm clouds
Sucking up my soul
Let's run away to sea
Forever we'd be free
Free to spend our whole lives running
From people who would be
The death of you and me
'Cause I can feel the storm clouds coming
I'm watching my TV
Or is it watching me?
I see another new day dawning
It's rising over me, with my mortality
And I can feel the storm clouds
Sucking up my soul
The kids are looking pretty
But isn't it a pity
That the sunshine is followed by thunder
And thoughts of going under
And is it any wonder
When the sea calling out to me
I seem to spend my whole life running
From people who would be
The death of you and me
'Cause I can feel the storm clouds
Sucking up my soul
High tide, life is getting faster
No one has the answer
I try to face the day now in a new way
The bottom of a bottle
'Cause every man's a puzzle
Let's run away together you and me
Forever we'd be free
Free to spend our whole lives running
From people who would be
The death of you and me
'Cause I can feel the storm clouds
Sucking up my soul
Let's run away to sea
Forever we'd be free
Free to spend our whole lives running
From people who would be
The death of you and me
'Cause I can feel the storm clouds coming
I'm watching my TV
Or is it watching me?
I see another new day dawning
It's rising over me, with my mortality
And I can feel the storm clouds
Sucking up my soul
Sei lá
Essa é daquelas vezes em que começo a escrever sem saber ao certo o que quero expressar.
Todos os dias, ao acordar, me vem uma coisa boa que me faz pensar: "Graças a Deus, tenho tudo o que preciso, quase tudo o que quero e muito do que almejo". E é isso. Pra mim basta.
Quando era mais novo, pensava que com pouco eu seria satisfeito. Pouco no sentido material. Só a mim bastava pessoas que amo a minha volta e conseguir me sustentar. E pronto.
Hoje já tenho quase tudo isso, mas de repente, me vem uma fome de mais.
Acho que esse é o grande barato de ser humano, você nunca está satisfeito. E quem não consegue aceitar isso, vive uma infelicidade constante.
Por isso me satisfaz pensar que a vida anda reservando mais e mais pra mim e pra quem deseja.
Hoje vivo em meu teto, pago minhas contas, tenho vários amigos pra compartilhar meus bons e maus momentos, tenho uma família linda que não me deixa perder a linha e ainda me vem a pergunta: "Não está faltando algo, não?!"
É essa fome que me faz eu me mover, que me faz querer fazer planos, que me faz querer pensar que isso tudo que tenho é bom pra alguém que está estagnado no comodismo. Eu não! Eu quero sempre crescer comigo e com minhas conquistas. E fico contente de pensar assim.
Esse fim de semana tem sido muito bom. Sexta, voltei do trabalho, fiquei em casa tocando violão sozinho (minha terapia eterna!), joguei um pouco de video-game e fui dormir.
No Sábado, encontrei-me com meus primos e fui para uma festa com eles. Foi muito bom pra ver que a vida é cheia de coincidências e fatos que a gente não para pra pensar. Não vou entrar em detalhes, porque isto não tem nada a ver com o texto, mas parece que tudo acaba se ajustando, quer você concorde ou não.
Daqui a pouco vou a um barzinho com uns amigos pra conversar, ver o jogo, enfim... continuar esse fim de semana. E semana que vem algo sensacional vai acontecer: meus amigos todos de São Carlos vêm pra Ribeirão me visitar e vamos fazer churrasco.
Além disso tudo, sinto uma saudade imensa da minha mãe e de minha irmã. Não achei que fosse sentir essa falta toda, mas tudo bem, pois sei que as duas estão felizes e realizadas com a nova fase que temos vivido.
Sei la, sinto ventos bons... isso é bom, muito bom :)
Todos os dias, ao acordar, me vem uma coisa boa que me faz pensar: "Graças a Deus, tenho tudo o que preciso, quase tudo o que quero e muito do que almejo". E é isso. Pra mim basta.
Quando era mais novo, pensava que com pouco eu seria satisfeito. Pouco no sentido material. Só a mim bastava pessoas que amo a minha volta e conseguir me sustentar. E pronto.
Hoje já tenho quase tudo isso, mas de repente, me vem uma fome de mais.
Acho que esse é o grande barato de ser humano, você nunca está satisfeito. E quem não consegue aceitar isso, vive uma infelicidade constante.
Por isso me satisfaz pensar que a vida anda reservando mais e mais pra mim e pra quem deseja.
Hoje vivo em meu teto, pago minhas contas, tenho vários amigos pra compartilhar meus bons e maus momentos, tenho uma família linda que não me deixa perder a linha e ainda me vem a pergunta: "Não está faltando algo, não?!"
É essa fome que me faz eu me mover, que me faz querer fazer planos, que me faz querer pensar que isso tudo que tenho é bom pra alguém que está estagnado no comodismo. Eu não! Eu quero sempre crescer comigo e com minhas conquistas. E fico contente de pensar assim.
Esse fim de semana tem sido muito bom. Sexta, voltei do trabalho, fiquei em casa tocando violão sozinho (minha terapia eterna!), joguei um pouco de video-game e fui dormir.
No Sábado, encontrei-me com meus primos e fui para uma festa com eles. Foi muito bom pra ver que a vida é cheia de coincidências e fatos que a gente não para pra pensar. Não vou entrar em detalhes, porque isto não tem nada a ver com o texto, mas parece que tudo acaba se ajustando, quer você concorde ou não.
Daqui a pouco vou a um barzinho com uns amigos pra conversar, ver o jogo, enfim... continuar esse fim de semana. E semana que vem algo sensacional vai acontecer: meus amigos todos de São Carlos vêm pra Ribeirão me visitar e vamos fazer churrasco.
Além disso tudo, sinto uma saudade imensa da minha mãe e de minha irmã. Não achei que fosse sentir essa falta toda, mas tudo bem, pois sei que as duas estão felizes e realizadas com a nova fase que temos vivido.
Sei la, sinto ventos bons... isso é bom, muito bom :)
O Líder
Toda liderança começa dentro de uma confiança. É complicado liderar sem que se faça acreditado. Falo isso porque hoje é muito comum vermos pessoas com o poder de mandar, mas poucas com o poder de liderar.Acho que muito parte da boa vontade e outro grande influenciador são suas vivências e crenças.
Como bom exemplo (talvez o melhor) temos Hitler. Este convenceu a todos do seu lado que ser mau é bom. Que matar é bom! E que acabar com o que ameaça o mau é melhor ainda. Os judeus, se pudessem tentar mais inúmeras vezes, perderiam todas para este tirano. Foi um povo que acreditou fielmente, mais até talvez que religiosamente, na palavra de um homem que fez seu país crescer estrondosamente nos primeiros anos de mandato.
Assim também foi Xerxes, que herdou o trono de seu pai e liderou o povo persa. Colocou-os a disposição de suas vontades e os fez construir para ele Palácios e Monumentos que o fizessem jus à sua própria denominação de Deus-Rei. Perdeu em uma guerra com os gregos por problemas táticos de guerra. Mas ainda assim podemos considerá-lo com um dos grandes líderes do mundo.
Claro, temos de mencionar os bons lideres também, como Nelson Mandela, que juntou negros e brancos em um país que era tomado pelo preconceito e pela falta de miscigenação das raças.
Podemos encontrar várias situações de grandes líderes, mas dessas, se compararmos às ruins veríamos uma goleada de massacrar qualquer adversário.
Será tão difícil se fazer líderes? Talvez nesse mundo caótico, o que mais falta é isso. Mas em quem devemos confiar? Lulinha paz e amor e Dilma governando para todos? É hora de abrir os olhos!
Como bom exemplo (talvez o melhor) temos Hitler. Este convenceu a todos do seu lado que ser mau é bom. Que matar é bom! E que acabar com o que ameaça o mau é melhor ainda. Os judeus, se pudessem tentar mais inúmeras vezes, perderiam todas para este tirano. Foi um povo que acreditou fielmente, mais até talvez que religiosamente, na palavra de um homem que fez seu país crescer estrondosamente nos primeiros anos de mandato.
Assim também foi Xerxes, que herdou o trono de seu pai e liderou o povo persa. Colocou-os a disposição de suas vontades e os fez construir para ele Palácios e Monumentos que o fizessem jus à sua própria denominação de Deus-Rei. Perdeu em uma guerra com os gregos por problemas táticos de guerra. Mas ainda assim podemos considerá-lo com um dos grandes líderes do mundo.
Claro, temos de mencionar os bons lideres também, como Nelson Mandela, que juntou negros e brancos em um país que era tomado pelo preconceito e pela falta de miscigenação das raças.
Podemos encontrar várias situações de grandes líderes, mas dessas, se compararmos às ruins veríamos uma goleada de massacrar qualquer adversário.
Será tão difícil se fazer líderes? Talvez nesse mundo caótico, o que mais falta é isso. Mas em quem devemos confiar? Lulinha paz e amor e Dilma governando para todos? É hora de abrir os olhos!
The Lucky Boy
Am I Lucky? That's a question that keep bothering me like a drop of water keeps continually hitting in a sink. I don't even know why i'm writing this in english. I'm sort of crazy doing stuffs without reason or sense and that one is another on my resumé.
In this boring Sunday, I had plenty time to think about my entire year, and something surprises me a lot now: EVERYTHING that happened in these 12 months were for some reason. Everything!
My year started very well, when I was in Maresias and had a great time with my family. After that, I had some difficult times with my life, 'cause I was starting to work in a huge company and also my mind was a mess. I didn't know what I wanted to do with my future and that made me scared for a long time.
Ended January, started February. This one I judge the first moment of a big decision in the year. I prefer not talk too much about that, but it kinda change all my routine after that. Although it was a good month, with a lot of self-knowledge and self-respect.
In March, I was very happy with my life. Starting to feel good on my work, closer to my friends (I wasn't that close before) and to my family. This month brings me lots of good memories.
March's over, lets go to April. A month with work and university's dedication. Lots of exams, lots of challenges, but it went well! =)
May, my aniversary's month! What a rush!!! I remember that my aniversary was on sunday, and on Saturday I was in São Carlos in a Party for the Graduate Class. I went to Ribeirão on my day at the morning just to be on time to celebrate my day with my family! It was wonderful.
June was a creepy month. I wasn't so good with some stuffs in my head, and that kinda had response in other things in my life. Although, I made my part and had a great finish of my semester at Uni.
Beside some bad feelings, July was the best one! I had the perfect vacation here in Ribeirão Preto. Hang out with my friends, play cards with my family. For me, this is happiness! And it was magical how I had wonderful time with all of them!
And then, it get started... The second semester of the year. August came with a promise that I was starting to find what would be my exit at the Uni and really start my career as an Engineer.
September was the month wich I had to think about the second big decision of the year. Get out of IP and start a new way at Cosan. For now, I can say, sure of my words: It was the best decision i could ever have taken!
Then in October, I started at the new company. Wonderful! That's the only thing i can say.
November was different. I was very commited with my new work, and having a lot of passion to learn everything I can and grow up in the people's vision. I think it went well!
December, here we are! Learning more each day, being honest with ourselves, graduating (Yeah, the party was LEGEN --- wait for it... --- DARY!), Laughing, crying, falling, but always climbing up again!
I hope that 2011 can be a great year, with lots of questions and answers, like this year was.
A wonderful new year... is coming up for us!
In this boring Sunday, I had plenty time to think about my entire year, and something surprises me a lot now: EVERYTHING that happened in these 12 months were for some reason. Everything!
My year started very well, when I was in Maresias and had a great time with my family. After that, I had some difficult times with my life, 'cause I was starting to work in a huge company and also my mind was a mess. I didn't know what I wanted to do with my future and that made me scared for a long time.
Ended January, started February. This one I judge the first moment of a big decision in the year. I prefer not talk too much about that, but it kinda change all my routine after that. Although it was a good month, with a lot of self-knowledge and self-respect.
In March, I was very happy with my life. Starting to feel good on my work, closer to my friends (I wasn't that close before) and to my family. This month brings me lots of good memories.
March's over, lets go to April. A month with work and university's dedication. Lots of exams, lots of challenges, but it went well! =)
May, my aniversary's month! What a rush!!! I remember that my aniversary was on sunday, and on Saturday I was in São Carlos in a Party for the Graduate Class. I went to Ribeirão on my day at the morning just to be on time to celebrate my day with my family! It was wonderful.
June was a creepy month. I wasn't so good with some stuffs in my head, and that kinda had response in other things in my life. Although, I made my part and had a great finish of my semester at Uni.
Beside some bad feelings, July was the best one! I had the perfect vacation here in Ribeirão Preto. Hang out with my friends, play cards with my family. For me, this is happiness! And it was magical how I had wonderful time with all of them!
And then, it get started... The second semester of the year. August came with a promise that I was starting to find what would be my exit at the Uni and really start my career as an Engineer.
September was the month wich I had to think about the second big decision of the year. Get out of IP and start a new way at Cosan. For now, I can say, sure of my words: It was the best decision i could ever have taken!
Then in October, I started at the new company. Wonderful! That's the only thing i can say.
November was different. I was very commited with my new work, and having a lot of passion to learn everything I can and grow up in the people's vision. I think it went well!
December, here we are! Learning more each day, being honest with ourselves, graduating (Yeah, the party was LEGEN --- wait for it... --- DARY!), Laughing, crying, falling, but always climbing up again!
I hope that 2011 can be a great year, with lots of questions and answers, like this year was.
A wonderful new year... is coming up for us!
O vento
Começarei esse post com essa incrível letra dos Los Hermanos:
Posso ouvir o vento passar,
assistir à onda bater,
mas o estrago que faz
a vida é curta pra ver...
Eu pensei..
Que quando eu morrer
vou acordar para o tempo
e para o tempo parar:
Um século, um mês,
três vidas e mais
um passo pra trás?
Por que será?
Vou pensar.
- Como pode alguém sonhar
o que é impossível saber?
- Não te dizer o que eu penso
já é pensar em dizer
e isso, eu vi,
o vento leva!
- Não sei mais
sinto que é como sonhar
que o esforço pra lembrar
é a vontade de esquecer...
E isso por que?
Diz mais!
Uh... Se a gente já não sabe mais
rir um do outro meu bem então
o que resta é chorar e talvez,
se tem que durar,
vem renascido o amor
bento de lágrimas.
Um século, três,
se as vidas atrás
são parte de nós.
E como será?
O vento vai dizer
lento o que virá,
e se chover demais,
a gente vai saber,
claro de um trovão,
se alguém depois
sorrir em paz.
Só de encontrar...
O vento é algo que parece a todos tão abstrato, mas pra mim, considero suficientemente concreto. A vida é feita de inúmeros ventos. Há os ventos mais amenos, daqueles que nos levam devagarzinho, como uma brisa e vão conquistando nossas vidas aos poucos. Quando menos percebemos, já é algo que está intrínseco no nosso cotidiano. E acredite, pra se livrar dele não é nada fácil.
Se existem os mais suaves, também podemos estar sujeitos às ventanias, e estas são mudanças drásticas em qualquer ramo da vida. Algo que do dia para a noite traz um cheirinho novo de primavera, ou um estrago da geada do inverno.
É difícil saber deixar-se levar pelo vento, pois é ele quem dita as regras. Como em uma bela manhã do astro Sol em que se acorda, e as cores brilham mais forte, as flores estão mais floridas, as pessoas mais receptivas. É uma mudança? Claro! Todos bons ares que vêm devem ser tratados como uma mensagem do mundo de que coisas boas estão chegando até você.
Mas, e quando tudo começa nublado, e o vento te carrega contra seu caminho? Aí sim temos que aprender o poder de dribá-lo, da melhor maneira possível. Usá-lo e fazer com que este se perca em meio a sua felicidade. Porque todos tem o direito de ser feliz, de andar sempre adiante, de colher os frutos mais nutritivos.
Confesso que não é uma tarefa fácil de atingir, e até eu mesmo bato a cabeça muitas vezes com os problemas que aparecem. Mas isso é ser humano, ou seja, enfrentar as dificuldades não importa o quanto e como.
O importante é, que como eu disse, de repente, quando as vezes nem tudo corresponde ao que parece certo, um vento brusco adentra por sua janela e joga seus cabelos contra a corrente negativa que você está seguindo. É exatamente nessa hora, que cabe a você pegar uma carona e aproveitar pois esse vento pode passar rápido demais, a ponto de não haver tanto tempo pra aproveitar.
Como a música diz, "O vento vai dizer lento o que virá" e essa interpretação do que o vento nos tem a dizer é a mais importante.
Todos ansiamos por objetivos em que os escalamos em ordem de importância. Alguns são secretos e outros não.
Na minha concepção, é importante deixarmos claro às pessoas que são afetadas daquilo que almejamos. Com isso posso tirar outra frase da música que é: "Não te dizer o que penso, já é pensar em dizer". Inconscientemente buscamos seguir nossos próprios ventos tentando chegar no destino que planejamos para nós mesmos. Mas será que apenas planejar é suficiente?
A resposta final é não. Portanto, se aparecer um vento na sua manhã, pegue-o e siga-o caso acredite que este te fará bem. Fale aquilo que está guardado pra você para quem você quer falar. Desvende os mistérios do seu próprio eu. Faça aquilo que lhe der vontade, sem extrapolar os limites dos outros. E principalmente, siga sempre os bons ventos.
Postado por
André Carlucci
| sábado, 4 de dezembro de 2010 |
1 comentários
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Los Hermanos O Vento
A História
Gostaria de saber qual vai ser o fim da minha história. Será que existe alguém que pensa assim?
Espero que quando eu estiver bem velhinho, aguardando meus últimos suspiros, eu pense comigo: "Tudo valeu a pena!"
E, também importante, espero que as pessoas que estiverem lá comigo pensem o mesmo e admirem por tudo que eu tenha feito.
Acho que as pessoas tendem a esperar por isso. Até os mais desleixados em relação à aceitação social esperam que as pessoas tenham um respeito pelo seu nome.
Para mim, este vai ser o melhor presente em vida que poderei ter. E espero de verdade fazer por merecer.
Penso nisso diariamente. Analiso as pessoas, suas histórias, o que já foi feito, o que deixou de ser feito e, principalmente, o que se perdeu. Os vacilos da vida são talvez os que mais machucam. É claro que todo mundo os comete, mas o grande barato da vida é saber contorná-los.
Talvez o título deste texto pudesse ser "O Respeito", mas preferi colocar como "A História" visto que respeito se obtém através das vivências, e vivências só se consegue escrevendo sua história.
Eu, que estou ainda com muito pra viver, espero que minha história continue sendo escrita desta maneira, ou seja, com sinceridade (principalmente comigo mesmo) e na busca dos meus objetivos.
Até porque isto é o que se deve realmente buscar, na minha opinião. Se você não é sincero consigo e muito menos persistente por um final feliz, nunca vai possuir um enredo que te realize.
Claro que problemas existem, e é bom que existam, pois ser um mimado na vida não é bom. Nos acostuma mal e faz com que pensamos que a vida é um mar de flores. Vou dar uma dica: Não é, e nunca será.
A vida é dura, e graças a Darwin sabemos que só os mais preparados se adaptam às intempéries da vida.
Espero que quando eu estiver bem velhinho, aguardando meus últimos suspiros, eu pense comigo: "Tudo valeu a pena!"
E, também importante, espero que as pessoas que estiverem lá comigo pensem o mesmo e admirem por tudo que eu tenha feito.
Acho que as pessoas tendem a esperar por isso. Até os mais desleixados em relação à aceitação social esperam que as pessoas tenham um respeito pelo seu nome.
Para mim, este vai ser o melhor presente em vida que poderei ter. E espero de verdade fazer por merecer.
Penso nisso diariamente. Analiso as pessoas, suas histórias, o que já foi feito, o que deixou de ser feito e, principalmente, o que se perdeu. Os vacilos da vida são talvez os que mais machucam. É claro que todo mundo os comete, mas o grande barato da vida é saber contorná-los.
Talvez o título deste texto pudesse ser "O Respeito", mas preferi colocar como "A História" visto que respeito se obtém através das vivências, e vivências só se consegue escrevendo sua história.
Eu, que estou ainda com muito pra viver, espero que minha história continue sendo escrita desta maneira, ou seja, com sinceridade (principalmente comigo mesmo) e na busca dos meus objetivos.
Até porque isto é o que se deve realmente buscar, na minha opinião. Se você não é sincero consigo e muito menos persistente por um final feliz, nunca vai possuir um enredo que te realize.
Claro que problemas existem, e é bom que existam, pois ser um mimado na vida não é bom. Nos acostuma mal e faz com que pensamos que a vida é um mar de flores. Vou dar uma dica: Não é, e nunca será.
A vida é dura, e graças a Darwin sabemos que só os mais preparados se adaptam às intempéries da vida.
A Paciência
Paciência. Uma palavra que devia ser mais respeitada. Como deve ser bom ter paciência. Daquela típica dos monges tibetanos.
Minha mãe sempre me aconselha: "André, você não tem paciência". E, quer saber? Não tenho mesmo. E que fique claro pra todos que esse sou eu, um sem paciência.
Claro que não é certo generalizar. Ser global é sempre uma forma de não querer enxergar os detalhes.
E como o ser-humano possui detalhes.
Herança, personalidade, vivência? Não sei, talvez uma mistura como aquelas em que colocamos várias frutas em um liquidificador e fazemos uma vitamina.
Mas a paciência é algo que eu almejo todos meus dias.
E que seja assim até o fim de minha vida.
Mas isso, só se eu tiver paciência de tentar.
Minha mãe sempre me aconselha: "André, você não tem paciência". E, quer saber? Não tenho mesmo. E que fique claro pra todos que esse sou eu, um sem paciência.
Claro que não é certo generalizar. Ser global é sempre uma forma de não querer enxergar os detalhes.
E como o ser-humano possui detalhes.
Herança, personalidade, vivência? Não sei, talvez uma mistura como aquelas em que colocamos várias frutas em um liquidificador e fazemos uma vitamina.
Mas a paciência é algo que eu almejo todos meus dias.
E que seja assim até o fim de minha vida.
Mas isso, só se eu tiver paciência de tentar.
O ...ente
Tá na hora de olhar pra frente, fazer diferente. Ser gente, ser ardente, comovente. Tente! Invente. Dê um presente, faça-se presente. Diga 'eu te amo' a algum parente. Tenha o olhar de uma lente, a precisão de um pente, a fúria de um dente. Seja calmo, mas também seja quente. Trate a todos igualmente. Vire um dia um gerente. Quem sabe um dia, superintendente. Se não for pedir demais, presidente. Mas nunca deixe de ser vivo como um adolescente. Nade sempre a favor da corrente.
E, por favor, faça de cada dia, um dia contente!
E, por favor, faça de cada dia, um dia contente!
A rotina
Eram sete e meia da manhã. Adriano pegou um cigarro que estava encostado no criado-mudo e o acendeu. Sabia que este seria mais um dia duro.
Levantou-se, e com a mesma mão que chacoalhava para fugir das cinzas ainda rubras que caíam por todo seu apartamento apanhou a colher e pôs-se a fazer seu café. Ah, o café. Adriano sabia que só assim ele conseguia acordar.
Depois disso, ligou o chuveiro elétrico que teimava em falhar de vez em quando, e o deixou esquentando. Fazer uma espécie de sauna no banheiro era sua prática favorita pela manhã.
Depois disso foi até a portaria pegar seu jornal pra poder se inteirar das inúmeras desgraças humanas. Ao voltar, abriu a porta do banheiro e entrou em meio ao vapor para sua higienização.
Quando saiu do banheiro, ainda com a toalha amarrada à cintura, tomou um susto. Patrick, seu cachorro (um filhote de buldogue metido a dono da casa) havia deixado um presente bem em seu caminho ao quarto.
Adriano deu seu famoso grito - Patrick! - e o cachorro logo apareceu com o rabinho entre as pernas.
Ele sabia que ia levar uma bronca daquelas e esperou pacientemente por isso.
Educá-lo já não parecia mais adiantar. Todos os dias ele aprontava alguma com o dono. Quando não era uma necessidade fora do jornal, era papel rasgado por todo o apartamento, ou até quando o baixinho não quebrava alguma peça antiga dada pela mãe do rapaz.
Depois de tudo limpo, era hora de se trocar e sair. O momento de maior demora era para arrumar o cabelo. Como Adriano tinha vaidade com o cabelo, era gel, penteia pra cá, penteia pra lá, joga o pente na pia, passa a mão pra deixar um topetinho até que - Vualá - o cabelo está pronto pra mais um dia.
Anotou em uma folha rasgada três endereços, como era de costume fazê-lo e pegou sua pasta pré-preparada para a ocasião rotineira.
Quase perdeu o ônibus, mas conseguiu correr a tempo e tomar uma bronca do motorista, que já o conhecia. O cobrador perguntou - E hoje Dri? Vai ou não vai? - Sua resposta foi seca e desmotivada - A vida é dura Murilão, a vida é dura!
Meia hora depois, desceu do ônibus e encontrou um escritório que não parecia ir muito bem. Na fachada uma placa com apenas um nome:
Cláudio Medeiros da Fonseca
Arquitetura & Design de Interiores
Adriano ainda ficou algum tempo encarando aquele nome e entrou. O próprio Cláudio o recepcionou e disse - Estava a sua espera Adriano, vamos entrando.
Ele ainda um pouco nervoso entrou em sua sala e Cláudio o perguntou:
- Então, deixe-me ver seu currículo. Você trabalhou há quanto tempo neste último escritório?
- Dois anos e meio. Saí no começo deste ano, e desde então tenho procurado algo que se pareça com este ramo. Por isso vim falar com você. - respondeu ainda tenso.
- Quais são suas qualidades? - a pergunta vinda lentamente de Cláudio o assustou um pouco
- Sou bem criativo, gosto de enxergar primeiramente o todo, e só assim vou detalhando o que pode ser visto.
A conversa se alongou por mais um instante, até que a resposta veio na mesma hora:
- Olha Adriano, como você vê, trabalho praticamente sozinho por aqui, e chamar alguém seria algo que mudaria muito o rumo de meus negócios. Considerei inicialmente que isso seria viável, mas infelizmente não posso te contratar agora.
Adriano, já esperando esta resposta o agradeceu e foi em direção às duas próximas paradas. O resultado foi o mesmo e ele já estava se acostumando a ouvir não.
Ao voltar pra casa sentiu um vazio, pois sabia que Patrick era seu único companheiro naquele momento. Ele encheu a vasilha de ração e foi cozinhar a comida, que já não era mais tão farta quanto antes. Ainda havia um pouco do dinheiro que lhe assegurou uns meses após ser despedido de seu último emprego.
Acendeu um cigarro e ficou deitado na cama, pensando no que podia estar dando errado pra ele.
Mais um dia se passou na vida de Adriano. Mais um longo dia. Mas amanhã, é dia de acordar cedo e repetir a dose. Quem sabe amanhã? Quem sabe?
Levantou-se, e com a mesma mão que chacoalhava para fugir das cinzas ainda rubras que caíam por todo seu apartamento apanhou a colher e pôs-se a fazer seu café. Ah, o café. Adriano sabia que só assim ele conseguia acordar.
Depois disso, ligou o chuveiro elétrico que teimava em falhar de vez em quando, e o deixou esquentando. Fazer uma espécie de sauna no banheiro era sua prática favorita pela manhã.
Depois disso foi até a portaria pegar seu jornal pra poder se inteirar das inúmeras desgraças humanas. Ao voltar, abriu a porta do banheiro e entrou em meio ao vapor para sua higienização.
Quando saiu do banheiro, ainda com a toalha amarrada à cintura, tomou um susto. Patrick, seu cachorro (um filhote de buldogue metido a dono da casa) havia deixado um presente bem em seu caminho ao quarto.
Adriano deu seu famoso grito - Patrick! - e o cachorro logo apareceu com o rabinho entre as pernas.
Ele sabia que ia levar uma bronca daquelas e esperou pacientemente por isso.
Educá-lo já não parecia mais adiantar. Todos os dias ele aprontava alguma com o dono. Quando não era uma necessidade fora do jornal, era papel rasgado por todo o apartamento, ou até quando o baixinho não quebrava alguma peça antiga dada pela mãe do rapaz.
Depois de tudo limpo, era hora de se trocar e sair. O momento de maior demora era para arrumar o cabelo. Como Adriano tinha vaidade com o cabelo, era gel, penteia pra cá, penteia pra lá, joga o pente na pia, passa a mão pra deixar um topetinho até que - Vualá - o cabelo está pronto pra mais um dia.
Anotou em uma folha rasgada três endereços, como era de costume fazê-lo e pegou sua pasta pré-preparada para a ocasião rotineira.
Quase perdeu o ônibus, mas conseguiu correr a tempo e tomar uma bronca do motorista, que já o conhecia. O cobrador perguntou - E hoje Dri? Vai ou não vai? - Sua resposta foi seca e desmotivada - A vida é dura Murilão, a vida é dura!
Meia hora depois, desceu do ônibus e encontrou um escritório que não parecia ir muito bem. Na fachada uma placa com apenas um nome:
Cláudio Medeiros da Fonseca
Arquitetura & Design de Interiores
Adriano ainda ficou algum tempo encarando aquele nome e entrou. O próprio Cláudio o recepcionou e disse - Estava a sua espera Adriano, vamos entrando.
Ele ainda um pouco nervoso entrou em sua sala e Cláudio o perguntou:
- Então, deixe-me ver seu currículo. Você trabalhou há quanto tempo neste último escritório?
- Dois anos e meio. Saí no começo deste ano, e desde então tenho procurado algo que se pareça com este ramo. Por isso vim falar com você. - respondeu ainda tenso.
- Quais são suas qualidades? - a pergunta vinda lentamente de Cláudio o assustou um pouco
- Sou bem criativo, gosto de enxergar primeiramente o todo, e só assim vou detalhando o que pode ser visto.
A conversa se alongou por mais um instante, até que a resposta veio na mesma hora:
- Olha Adriano, como você vê, trabalho praticamente sozinho por aqui, e chamar alguém seria algo que mudaria muito o rumo de meus negócios. Considerei inicialmente que isso seria viável, mas infelizmente não posso te contratar agora.
Adriano, já esperando esta resposta o agradeceu e foi em direção às duas próximas paradas. O resultado foi o mesmo e ele já estava se acostumando a ouvir não.
Ao voltar pra casa sentiu um vazio, pois sabia que Patrick era seu único companheiro naquele momento. Ele encheu a vasilha de ração e foi cozinhar a comida, que já não era mais tão farta quanto antes. Ainda havia um pouco do dinheiro que lhe assegurou uns meses após ser despedido de seu último emprego.
Acendeu um cigarro e ficou deitado na cama, pensando no que podia estar dando errado pra ele.
Mais um dia se passou na vida de Adriano. Mais um longo dia. Mas amanhã, é dia de acordar cedo e repetir a dose. Quem sabe amanhã? Quem sabe?
Os Números
Que me perdoem os humanistas, mas no mundo atual tudo se resume a números.
Podem ser grandes ou pequenos, exatos ou aproximados, subestimados ou superestimados. A verdade é que qualquer coisa no mundo necessita de números. Diga aí você que quando foi escolher sua profissão disse "Eu nunca vou trabalhar com números". Aposto que quando teve que pagar sua primeira conta sozinho viu que a vida não seria tão simples quanto estudar sobre sintaxes e sentenças.
Comecei a pensar sobre isso hoje quando estava em uma reunião onde tudo que era dito caía no mesmo comum: Números!
Fiquei pensando na época em que foram inventadas as operações básicas. Imagine que revolução na vida de uma pessoa foi aprender a somar a quantidade de carne que foi caçada. Subtrair o número de animais que foram abatidos quando atacaram a caverna que servia de abrigo. Multiplicar o número de herdeiros para ajudar nas tarefas básicas do dia-a-dia. Dividir em iguais partes os peixes que seriam colocados no fogo para comer ao fim do dia.
Logo depois vieram contas um pouco mais complicadas, que envolviam pensamentos além de nossa capacidade de calcular mentalmente e ai surgiu o papel (e se você pensa que a matemática veio depois do papel, está totalmente enganado, meu caro!).
Com ele, foi possível equacionar problemas, amontoar questões que nos trouxeram à observação da Física.
Uma maçã caiu de uma árvore, e já temos a gravidade calculada e confirmada. Além dela, grande parte das estrelas já eram observadas e seus trajetos foram determinados. Sem contar na capacidade de se encontrar a distância que um canhão atingiria uma vila. E o homem descobriu a guerra.
Hoje já temos números complexos, equações diferenciais, derivadas, integrais, senos, cossenos, tangentes... ufa. É tanta matemática que não se vê fim pra isso.
E essa é a grande vertente da matemática, que engana tanto a todos.
Porque por mais que todos digam que ela é uma ciência exata, nunca se sabe onde ela vai parar.
Podem ser grandes ou pequenos, exatos ou aproximados, subestimados ou superestimados. A verdade é que qualquer coisa no mundo necessita de números. Diga aí você que quando foi escolher sua profissão disse "Eu nunca vou trabalhar com números". Aposto que quando teve que pagar sua primeira conta sozinho viu que a vida não seria tão simples quanto estudar sobre sintaxes e sentenças.
Comecei a pensar sobre isso hoje quando estava em uma reunião onde tudo que era dito caía no mesmo comum: Números!
Fiquei pensando na época em que foram inventadas as operações básicas. Imagine que revolução na vida de uma pessoa foi aprender a somar a quantidade de carne que foi caçada. Subtrair o número de animais que foram abatidos quando atacaram a caverna que servia de abrigo. Multiplicar o número de herdeiros para ajudar nas tarefas básicas do dia-a-dia. Dividir em iguais partes os peixes que seriam colocados no fogo para comer ao fim do dia.
Logo depois vieram contas um pouco mais complicadas, que envolviam pensamentos além de nossa capacidade de calcular mentalmente e ai surgiu o papel (e se você pensa que a matemática veio depois do papel, está totalmente enganado, meu caro!).
Com ele, foi possível equacionar problemas, amontoar questões que nos trouxeram à observação da Física.
Uma maçã caiu de uma árvore, e já temos a gravidade calculada e confirmada. Além dela, grande parte das estrelas já eram observadas e seus trajetos foram determinados. Sem contar na capacidade de se encontrar a distância que um canhão atingiria uma vila. E o homem descobriu a guerra.
Hoje já temos números complexos, equações diferenciais, derivadas, integrais, senos, cossenos, tangentes... ufa. É tanta matemática que não se vê fim pra isso.
E essa é a grande vertente da matemática, que engana tanto a todos.
Porque por mais que todos digam que ela é uma ciência exata, nunca se sabe onde ela vai parar.
A memória
Penso que a vida prega peças em nós a cada dia. Segue mudando de rumo, oferecendo novos caminhos, fazendo-nos obrigados a tomar decisões. É importante isso, porque faz com que cresçamos. E o crescimento é uma forma de calejar nossas atitudes futuras.
Quantas vezes não nos perguntamos: "Será que se eu tivesse agido de outra forma, as coisas ainda seriam como são?"
Na maioria das vezes, a resposta é não. E minha tese é justificada pelos nossos momentos de infelicidade.
Veja bem, é fulcral que as pessoas passem por dificuldades, momentos delicados. Mas se tudo fosse questão de destino, Deus não teria porque fazer com que sofressemos tanto de maneira pré-determinada.
Isso faz de nós - os errantes - pessoas mais vividas, cometidas com experiências que aos poucos vão preenchendo nossas decepções para aprender a tomar decisões.
Mas este aprendizado nem sempre é absorvido.
Falo isso pelo simples fato de vermos errantes de todas as idades, em todos os meios. Velhos que pagam por prostituição infantil, psicólogos que traem seus parceiros mesmo alegando dominar a mente humana.
O ser humano é muito falho, e através destas falhas somos o que somos.
O mais difícil talvez é, com todas as experiências que vemos e vivemos, acreditar em pessoas melhores no mundo.
São vidas que por mais que aleguem a honestidade e justiça, também pecam.
Como dica, fica o livro "O Efeito Sombra", que se trata do quão complexo é assumir nossos erros e aceitá-los, a ponto de ter consciência de que podemos sim enfrentá-los, mas nunca dribá-los.
As experiências aparecem em nossas vidas e ficam retidas em nossa memória. E esta, meus caros, talvez seja a grande vilã de nossas vidas. Pois só ela faz com que não se confie em mais ninguém, ou que se aprenda valores errados (claro que se aprende os certos também, mas, já viu aquela expressão "O que é errado pra uns, é certo pra outros"). É tudo uma questão de absorção das ideias.
Por isso digo e repito, nosso grande vilão é a memória.
Talvez fosse melhor ser um esquecidinho.
Quantas vezes não nos perguntamos: "Será que se eu tivesse agido de outra forma, as coisas ainda seriam como são?"
Na maioria das vezes, a resposta é não. E minha tese é justificada pelos nossos momentos de infelicidade.
Veja bem, é fulcral que as pessoas passem por dificuldades, momentos delicados. Mas se tudo fosse questão de destino, Deus não teria porque fazer com que sofressemos tanto de maneira pré-determinada.
Isso faz de nós - os errantes - pessoas mais vividas, cometidas com experiências que aos poucos vão preenchendo nossas decepções para aprender a tomar decisões.
Mas este aprendizado nem sempre é absorvido.
Falo isso pelo simples fato de vermos errantes de todas as idades, em todos os meios. Velhos que pagam por prostituição infantil, psicólogos que traem seus parceiros mesmo alegando dominar a mente humana.
O ser humano é muito falho, e através destas falhas somos o que somos.
O mais difícil talvez é, com todas as experiências que vemos e vivemos, acreditar em pessoas melhores no mundo.
São vidas que por mais que aleguem a honestidade e justiça, também pecam.
Como dica, fica o livro "O Efeito Sombra", que se trata do quão complexo é assumir nossos erros e aceitá-los, a ponto de ter consciência de que podemos sim enfrentá-los, mas nunca dribá-los.
As experiências aparecem em nossas vidas e ficam retidas em nossa memória. E esta, meus caros, talvez seja a grande vilã de nossas vidas. Pois só ela faz com que não se confie em mais ninguém, ou que se aprenda valores errados (claro que se aprende os certos também, mas, já viu aquela expressão "O que é errado pra uns, é certo pra outros"). É tudo uma questão de absorção das ideias.
Por isso digo e repito, nosso grande vilão é a memória.
Talvez fosse melhor ser um esquecidinho.
A Impressão
Impressão: uma palavra que pode ser interpretada como algo que é mostrado em um papel, também dito como imagem. Pode também ser concluída como a imagem que temos de qualquer coisa que, assim como mostrada em um papel, é projetada em nossos aspectos.
Em uma sala onde dez pessoas estão dispostas em diferentes lugares, interagindo, são tiradas dez impressões difrerentes. Podem ser boas, podem não ser. Podem ser apaixonantes, podem não ser. Podem ser irritantes, podem não ser.
Dizem que se tira a impressão de uma pessoa nos primeiros 20 minutos de conhecimento (tanto visual como da fala). Mas será que isso é o bastante para termos uma conclusão segura de alguém?
Claro que não. As pessoas aparecem e desaparecem de nossas vidas impressionando e desimpressionando com suas atitudes. O ser humano possui a incrível capacidade de mudar constantemente seus atos e devemos nos orgulhar por sermos os únicos seres vivos a possuir esta façanha.
O que é necessário? Tirar uma nova impressão de cada pessoa a cada dia. Não digo para ser desconfiado. Há uma tênue diferença entre as duas vertentes. Porém é importante que estejamos abertos às mudanças comportamentais, pois trata-se de um lapso psicológico muito grande na sociedade.
Portanto, é importante a cada dia reciclar nossas ideias em relação à impressão que tiramos das pessoas e, principalmente, renovar nossa auto-impressão, para que possamos a cada dia nos imprimir melhor.
Em uma sala onde dez pessoas estão dispostas em diferentes lugares, interagindo, são tiradas dez impressões difrerentes. Podem ser boas, podem não ser. Podem ser apaixonantes, podem não ser. Podem ser irritantes, podem não ser.
Dizem que se tira a impressão de uma pessoa nos primeiros 20 minutos de conhecimento (tanto visual como da fala). Mas será que isso é o bastante para termos uma conclusão segura de alguém?
Claro que não. As pessoas aparecem e desaparecem de nossas vidas impressionando e desimpressionando com suas atitudes. O ser humano possui a incrível capacidade de mudar constantemente seus atos e devemos nos orgulhar por sermos os únicos seres vivos a possuir esta façanha.
O que é necessário? Tirar uma nova impressão de cada pessoa a cada dia. Não digo para ser desconfiado. Há uma tênue diferença entre as duas vertentes. Porém é importante que estejamos abertos às mudanças comportamentais, pois trata-se de um lapso psicológico muito grande na sociedade.
Portanto, é importante a cada dia reciclar nossas ideias em relação à impressão que tiramos das pessoas e, principalmente, renovar nossa auto-impressão, para que possamos a cada dia nos imprimir melhor.
O Sonho
Um sonho bem sonhado é aquele em que acordamos e pensamos o quanto foi bom viver uma experiência tão real e que, impressionantemente, saiu toda de nossa mente. Nossa mente é um labirinto onde estão desde as coisas mais explícitas até as mais secretas. É estranho quando acordamos recordando algo que estava longe há tanto tempo; uma situação vivida quando criança, um dia de extrema calmaria e felicidade qualquer, o retorno de amigos que nunca mais apareceram, um amor interrompido. Os sonhos têm esta missão: resgatar tudo que já foi e não é mais e misturar com o que é atual. Só assim podemos ter a capacidade de julgar e revelar todos nossos pensamentos a nós mesmos.
Quem nunca ouviu a frase: "Sonha comigo.". O que é completamente absurdo. O Sonho é o único momento que nossos pensamentos estão livres pra expressar tudo o que querem expressar quando não estamos no comando, e acredite, somos muito ditadores no ato de pensar.
O dia-a-dia faz com que nos forcemos a nos relacionar com pessoas, apressar eventos atrasados, enganarmos um pouquinho mais a cada dia.
E é essa a beleza do sonho, simples, complexa, sem nexo e totalmente livre pra expressar o que quiser.
Vi recentemente o filme "A Origem" com Leonardo diCaprio o que me fez pensar muito sobre esse assunto.
O quanto nossa imaginação pode ir longe a ponto de nos encontrarmos com nossos segredos e desejos mais profundos?
No filme, um grupo de pessoas tem o "dom" de entrar no sonho de outras. Mas, se pensarmos assim, qual o propósito então de sonhar, quando o que é mais valioso de um sonho é sua liberdade de expressão?
Da próxima vez que for sonhar, não se esqueça, sonha comigo?
Quem nunca ouviu a frase: "Sonha comigo.". O que é completamente absurdo. O Sonho é o único momento que nossos pensamentos estão livres pra expressar tudo o que querem expressar quando não estamos no comando, e acredite, somos muito ditadores no ato de pensar.
O dia-a-dia faz com que nos forcemos a nos relacionar com pessoas, apressar eventos atrasados, enganarmos um pouquinho mais a cada dia.
E é essa a beleza do sonho, simples, complexa, sem nexo e totalmente livre pra expressar o que quiser.
Vi recentemente o filme "A Origem" com Leonardo diCaprio o que me fez pensar muito sobre esse assunto.
O quanto nossa imaginação pode ir longe a ponto de nos encontrarmos com nossos segredos e desejos mais profundos?
No filme, um grupo de pessoas tem o "dom" de entrar no sonho de outras. Mas, se pensarmos assim, qual o propósito então de sonhar, quando o que é mais valioso de um sonho é sua liberdade de expressão?
Da próxima vez que for sonhar, não se esqueça, sonha comigo?
O Saudosista
Bom era o tempo em que o espetinho de frango vinha quentinho no dia em que a família parava em um posto de estrada na viagem. Bom era o tempo em que a bicicleta ficava prontinha pra ser usada quando a rua em frente de casa estava em reforma. Bom era o tempo em que eu deitava e assistia os desenhos que passavam nas manhãs friorentas do inverno tão rigoroso assim coberto até o pescoço e mamãe dizia: "Vamos fazer um charuto?"
Hoje o espetinho é mantido frio no canto do restaurante, a bicicleta permanece enferrujada esperando um dono novo e os desenhos já não tem a simplicidade de outrora.
Bom era o tempo em que eu não era saudosista.
Hoje o espetinho é mantido frio no canto do restaurante, a bicicleta permanece enferrujada esperando um dono novo e os desenhos já não tem a simplicidade de outrora.
Bom era o tempo em que eu não era saudosista.
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André Carlucci
| quinta-feira, 19 de agosto de 2010 |
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o saudosista
O Quê nos Resta?
As vezes resta a nós mesmos aquela infantilidade inocente de sorrir quando não se deve, de gritar quando se tem vontade, de chorar mesmo quando todos estão te olhando, defender nossas causas mesmo que valha um longo castigo. Resta a nós seres humanos, sermos seres mais humanos.
Postado por
André Carlucci
| sexta-feira, 13 de agosto de 2010 |
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O vírus
As pessoas entram e saem de nossas vidas de um jeito engraçado, né? Hoje parei pra pensar o quanto ja conheci e desconheci das pessoas que passam e passaram em minha vida. Surpresas que acontecem em questão de semanas, dias, horas. Pense você aí, quantas pessoas você acha que ja conheceu na sua vida.
Bom, eu, ao longo de meus quase 23 anos, e graças a todos os sites de relacionamento q existem chutaria que conheço umas 1200 pessoas. E acredite, não sou uma pessoa que conhece muita gente não.
Mas acho que no mundo de hoje não tem como, vc é obrigado a conversar com muita gente, se relacionar sempre. O que é muito bom, mas como ninguém é de ferro, é sempre importante um tempinho sozinho, pra arrumar as ideias, pensar na vida.
O que penso das relações momentâneas é que estas são como um vírus, que aparece e desaparece sem deixar motivo, nem justificativa. Do modo como vêm, são desconhecidos, precisam serem analisados com calma, para ver se são passageiros ou algo mais difícil de lidar. Do modo como vão, deixam-nos sem rumo por uns dias, fazem com que pensemos em como agir na próxima ocasião.
Claro que amizades e amores são vírus do bem, mas assim como uma doença qualquer, podem machucar muito.
Bom, eu, ao longo de meus quase 23 anos, e graças a todos os sites de relacionamento q existem chutaria que conheço umas 1200 pessoas. E acredite, não sou uma pessoa que conhece muita gente não.
Mas acho que no mundo de hoje não tem como, vc é obrigado a conversar com muita gente, se relacionar sempre. O que é muito bom, mas como ninguém é de ferro, é sempre importante um tempinho sozinho, pra arrumar as ideias, pensar na vida.
O que penso das relações momentâneas é que estas são como um vírus, que aparece e desaparece sem deixar motivo, nem justificativa. Do modo como vêm, são desconhecidos, precisam serem analisados com calma, para ver se são passageiros ou algo mais difícil de lidar. Do modo como vão, deixam-nos sem rumo por uns dias, fazem com que pensemos em como agir na próxima ocasião.
Claro que amizades e amores são vírus do bem, mas assim como uma doença qualquer, podem machucar muito.
O Feriado de Meio de Semana
O dia começou estranho. O ventilador que fazia sua função e girava, a cada período completo rangia, talvez por falta de óleo. Os dois cobertores jogados ao chão e um sentimento de vazio. Levanto-me da cama e vejo que não é um dia comum. Não que este fosse destinado a isso, mas algo estava muito fora de sua posição. Fui ao banheiro, escovei os dentes e lavei o rosto. Ao me olhar no espelho pensei: "Nossa, em uma noite parece que envelheci cinco anos". Por quê não sou mais aquele garoto assustado de outrora, que via tudo com deslumbre e fascínio? Será o mundo que resolveu se revelar em mim hoje? Será que temos uma idade, um dia certo para ver tudo de forma diferente?
Sabia que o dia era pra ser um típico feriado de meio de semana. Aquele que tem cara de domingo, que tem gosto de domingo, que dá ansia em pensar em recomeçar tudo no dia seguinte. Mas sabia também que este domingo inventado seria destinado a muito esforço. Talvez por isso toda essa desfascinação e falta de vontade passou por mim.
Sentei na minha mesa, e comecei a olhar as notícias do dia, ao mesmo tempo que um cachorro (provavelmente morto de fome) não parava de latir. Na rua, nenhum carro passava. Era muito fácil ouvi-los, e até distinguir se era uma moto, um carro velho, um carro mais novo ou talvez um caminhão. Mas nada...
O dia estava monótono. Terminei de olhar as notícias e comecei a fazer o que me era destinado. E dessa maneira foi por umas cinco horas, só interrompido pelo meu desjejum do meio-dia. Um almoço onde a comida não tinha sal, a bebida não matava a sede e a conta não foi barata. Esse é um dos grandes problemas de não se ter gosto para cozinhar, tudo vira mais caro.
Poderia ter tirado o dia para aprender a cozinhar algo ousado, ou parado para correr na rua, ou ainda sair para me divertir, mas hoje... hoje é um dia que não é como outro qualquer, hoje é um feriado de meio de semana.
O dia já se foi, a escuridão apareceu, e tudo que me vem à cabeça é que amanhã tenho uma segunda-feira brava.
Sabia que o dia era pra ser um típico feriado de meio de semana. Aquele que tem cara de domingo, que tem gosto de domingo, que dá ansia em pensar em recomeçar tudo no dia seguinte. Mas sabia também que este domingo inventado seria destinado a muito esforço. Talvez por isso toda essa desfascinação e falta de vontade passou por mim.
Sentei na minha mesa, e comecei a olhar as notícias do dia, ao mesmo tempo que um cachorro (provavelmente morto de fome) não parava de latir. Na rua, nenhum carro passava. Era muito fácil ouvi-los, e até distinguir se era uma moto, um carro velho, um carro mais novo ou talvez um caminhão. Mas nada...
O dia estava monótono. Terminei de olhar as notícias e comecei a fazer o que me era destinado. E dessa maneira foi por umas cinco horas, só interrompido pelo meu desjejum do meio-dia. Um almoço onde a comida não tinha sal, a bebida não matava a sede e a conta não foi barata. Esse é um dos grandes problemas de não se ter gosto para cozinhar, tudo vira mais caro.
Poderia ter tirado o dia para aprender a cozinhar algo ousado, ou parado para correr na rua, ou ainda sair para me divertir, mas hoje... hoje é um dia que não é como outro qualquer, hoje é um feriado de meio de semana.
O dia já se foi, a escuridão apareceu, e tudo que me vem à cabeça é que amanhã tenho uma segunda-feira brava.
A Música
Quem me conhece sabe que minha grande paixão é a música. O problema maior é escrever algo tão significante e ao mesmo tempo tão abstrato. Tão popular e tão subjetivo. Tão alegre e, por vezes, tão depressivo.
Entre notas, compassos e escalas a música tem sua complexidade tão ligada à simplicidade.
Quantas vezes já não vi pessoas que não sabem o que significa acorde diminuto mas que ao soltarem a voz e mostrarem seu talento emocionaram uma multidão.
E é essa a grande beleza da música. O poder de atingir os mais estudiosos e ligados à sincronia e matemática musical até os menos instruidos, respondendo apenas aos estimulos emocionais.
Diz-se que a música surgiu logo após o som. E é exatamente do que se trata. Trata-se de um meio necessário na vida do ser-humano. E eu diria mais, a música nada mais é do que um espelho das emoções alheias.
O que quero dizer é que, basta que vejamos o estilo de música que uma pessoa simpatiza e sabemos muito dela.
Quando eu era pequeno, talvez uns 8 anos, tive meu primeiro contato com um instrumento musical. Minha mãe me levava toda semana para fazer aulas de teclado. Acho que por ser muito jovem, achava aquela rotina um tanto quanto chata. Ter que ficar toda semana treinando pra apertar um monte de teclas.
O tempo passou e comecei a ter interesse pelo violão. Esse sim foi meu grande ponto de entrada na vida musical que levo até hoje. Toco desde meus 11 anos, o que me dá uma margem de mais ou menos 12 anos tocando violão. Já corresponde a mais de metade da minha vida, aprendendo acordes, ouvindo musicas e falando: "poxa, essa deve ser legal de tirar". E esse é o grande barato da música, porque não importa quantos séculos o ser-humano habitar essa terrinha, não importa quantos terremotos aconteçam, não importa quantas guerras tenhamos, sempre haverá algo novo e seguindo a tendência musical.
A quem lê, sugiro que saia do computador e vá ouvir uma música, vá aprender um instrumento, vá viver essa vida que em tantos momentos me livrou da tristeza momentânea, ou do tédio que não passava e é claro, me ajudou a expelir minha alegria e transformar em minha, a alegria dos outros também.
E ai, que instrumento você vai tocar?!
Entre notas, compassos e escalas a música tem sua complexidade tão ligada à simplicidade.
Quantas vezes já não vi pessoas que não sabem o que significa acorde diminuto mas que ao soltarem a voz e mostrarem seu talento emocionaram uma multidão.
E é essa a grande beleza da música. O poder de atingir os mais estudiosos e ligados à sincronia e matemática musical até os menos instruidos, respondendo apenas aos estimulos emocionais.
Diz-se que a música surgiu logo após o som. E é exatamente do que se trata. Trata-se de um meio necessário na vida do ser-humano. E eu diria mais, a música nada mais é do que um espelho das emoções alheias.
O que quero dizer é que, basta que vejamos o estilo de música que uma pessoa simpatiza e sabemos muito dela.
Quando eu era pequeno, talvez uns 8 anos, tive meu primeiro contato com um instrumento musical. Minha mãe me levava toda semana para fazer aulas de teclado. Acho que por ser muito jovem, achava aquela rotina um tanto quanto chata. Ter que ficar toda semana treinando pra apertar um monte de teclas.
O tempo passou e comecei a ter interesse pelo violão. Esse sim foi meu grande ponto de entrada na vida musical que levo até hoje. Toco desde meus 11 anos, o que me dá uma margem de mais ou menos 12 anos tocando violão. Já corresponde a mais de metade da minha vida, aprendendo acordes, ouvindo musicas e falando: "poxa, essa deve ser legal de tirar". E esse é o grande barato da música, porque não importa quantos séculos o ser-humano habitar essa terrinha, não importa quantos terremotos aconteçam, não importa quantas guerras tenhamos, sempre haverá algo novo e seguindo a tendência musical.
A quem lê, sugiro que saia do computador e vá ouvir uma música, vá aprender um instrumento, vá viver essa vida que em tantos momentos me livrou da tristeza momentânea, ou do tédio que não passava e é claro, me ajudou a expelir minha alegria e transformar em minha, a alegria dos outros também.
E ai, que instrumento você vai tocar?!
Postado por
André Carlucci
| domingo, 7 de março de 2010 |
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